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sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Palestra na Hyundai superou expectativas!

Palestrante Motivacional


Prezado Thiago Muniz,

Gostaria de agradecer, mais uma vez, pela sua brilhante palestra hoje na abertura da nossa SIPAT. Como eu lhe falei, reservamos a abertura para os melhores e você superou nossas expectativas em abordar o assunto Segurança do Trabalho da forma que tem que ser abordada.
Definitivamente colocou uma semente na cabeça de cada um de nós quanto a que caminho seguir nas tomadas de decisão!

Um grande abraço a você e vamos nos falar mais adiante sobre a continuidade desse trabalho.

Atenciosamente,



Equipe EHS (Environmental, Health & Safety)
Hyundai Motor Brazil (HMB)

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Palestra Show na Sekita Agronegócios (muita emoção!)


"Desde o primeiro contato Thiago mostrou-se uma pessoa extremamente competente e humana.  Apresentou em dois dias a palestra: “Pensamento C.U.I.D.A.R”.  A sua forma de lidar com o público é fantástica. Em ambos os dias, conseguiu engajar mais de 500 pessoas.  A repercussão interna de suas apresentações tem sido excelente. Obrigada Thiago pelos risos e reflexões que você possibilitou a nossa equipe!"


(RH – Sekita Agronegócios)

Palestra para COPEL / PR

Palestrante Motivacional







"Thiago obrigado pela sua palestra reveladora, onde tivemos algumas dinâmicas que nos causaram reflexão e nos fizeram sair de uma zona de conforto e nos mostra a dificuldade que temos para mudança.
O que ficou como principal neste dia é que precisamos mudar o hábito do pescoço 180 graus e ficar de frente para os novos desafios do mundo da informação, conhecimento e do mundo de oportunidades oriundas de problemas. Parabéns!"

Equipe COPEL

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Salvar vidas ou minha carreira?

Liderança

Um pequeno "case" sobre "Salvar vidas ou minha carreira?".


por Thiago Muniz
Esse fato demonstra o quanto precisamos estar comprometidos com os valores que formam o nosso caráter. Ou não abrimos mão deles em nenhuma hipótese ou nosso caráter é apenas artifício no jogo mundano dos interesses mesquinhos.

Em uma manhã de sábado, o operário chegou para seu superior e disse: 

- "Chefe, posso no processo C operar sem as luvas?".
O superior franziu a testa e se irritou:
- "Que loucura é essa rapaz?!!".
O ousado metalúrgico mandou sem titubear:
- "Bem, vou falar sem rodeios, faço isso já tem uns 2 anos. Por esse motivo a produção praticamente dobrou, o faturamento da empresa atingiu a faixa de 500 milhões e por esse motivo o senhor foi promovido semana passada. O que o senhor me diz?".
O supervisor furioso respondeu:
- "O que eu tenho para te dizer meu jovem, é que você errou!".
O operário desanimado perguntou:
- "Certo senhor, errei por ter tirado a luva, não é?".
- O falso líder revelando sua outra face, raivoso devolveu:
- "Não imbecil, errou em ser sincero para a pessoa errada!".
Um dos pilares mais raros de se ver em uma pessoa é o seu comprometimento com os princípios morais que regem a beleza da vida. 
Em minhas palestras sobre Liderança sempre digo: "Valores não se negociam!".
Até a próxima.
Palestrante Thiago Muniz | www.thiagomuniz.com.br | Face https://www.facebook.com/PalestranteThiagoMuniz

sábado, 10 de janeiro de 2015

Honda aprova Palestra Motivacional sobre Inteligência Emocional




"Sua participação foi um sucesso no evento.

A palestra foi bastante positiva, a sua desenvoltura tanto
 em  manter a atenção dos colaboradores como nos relatos dos casos
e experiências citadas por você ao longo da apresentação, fizeram
um diferencial na palestra.

Só colhemos elogios quanto a forma como você conseguiu transmitir
a mensagem com relação ao tema "Inteligência Emocional". O
comentário foi que o tema era interessante demais para um
tempo tão curto, e que com certeza você teria
muito mais para nos passar se houvesse mais tempo.

Vamos torcer para que tenhamos outros encontros como esse,
de qualquer forma você já está
"HOMOLOGADO" na Honda para futuros trabalhos.

(Equipe Moto Honda da Amazônia | Sumaré/SP)

Abrindo evento no Porto do Açu / São João da Barra RJ

Palestrante Thiago Muniz


"Você abrilhantou o nosso evento! O tema aborda foi excelente, a didática para passar o conteúdo e a linguagem usada foram o primordiais para o sucesso. Parabéns, esperamos revê-lo!"

(Equipe do Porto do Açu - Prumo Logística / São João da Barra RJ)

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Encerrando evento na Ferro+ em Congonhas/MG

Palestrante Thiago Muniz

Foram só elogios! Fechamos o evento com Chave de Ouro.
Conseguiu  prendeu a atenção da plateia do inicio ao fim. Um ótimo palestrante, Parabéns!

(Vera Lúcia Dantas Santos | Grupo J.Mendes - Ferro+ | Congonhas MG)

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Palestra na EMAP - Porto do Itaqui - São Luís / MA

Palestrante Thiago Muniz

Palestra Motivacional na EMAP 

No exato momento que encerrei a palestra na EMAP - Porto do Itaqui em São Luís/MA, o Presidente da empresa sobe no palco para me abraçar. Devido a postura da maioria em manter o "status", isso é raro de se ver. Muito feliz e honrado por essa experiência.


quinta-feira, 15 de maio de 2014

Não ensino tudo que sei

Artigo Thiago Muniz


Não ensino tudo que sei!

por Thiago Muniz (www.thiagomuniz.com.br)


Moura era uma dessas pessoas cheio de "verniz" social, com aquela pinta de gente boa, que anda pelos corredores da empresa dando um tapinha nas costas de todos.
No universo "caleidoscopiano" a inofensividade trás uma das máscaras - dos jogos vorazes da vida - mais ardilosa e perigosa no campo dos relacionamentos.

Esse jovem senhor, já na posição de gestor, tinha uma sede vampiresca por conhecimento. Ops! Deixa-me fazer aqui um pequeno complemento: sede por carreira!
"Gente boa", uníssomo comum soprado nos quatro cantos daquela promissora organização.
Moura tinha uma poderosa proatividade que às vezes mais parecia habilidades paranormais, já que estava sempre presente no momento que alguém se perdia nas perigosas curvas das ações duvidosas, que para ele cheirava de longe risco de insucessos e possíveis acidentes ou incidentes.

Muitos achavam que ele possui um tipo de raio-x divino. Não! Não era isso! A mente insaciável desse promissor profissional, não se contentava somente com a operacionalidade das máquinas daquela indústria, adquirida em dezenas de cursos e outras certificações. Moura estudava com olhar cirúrgico o balé 
das engrenagens e vamos dizer todo o sistema inteligente que habitavam o interior das variadas e complexas estruturas de produção.

Fez isso por anos! E se tornou um tipo de mago da produção. Era comum ver ele parando nos corredores dos enormes galpões, silenciando por segundos e depois indo em direção de determinada máquina que estava vários metros de distância para alertar o operador que estava na hora de fazer uma manutenção preventiva. 

- Moura? Tem certeza? - questionavam os mais duvidosos.

O mestre das engrenagens, desmontava o equipamento e encontrava uma peça que não duraria mais um dia.
Alguns mais exagerados afirmavam que ele era capaz de com um simples olhar, descobrir o que as pessoas estavam pensando. 

Claro que absurdos não faltavam, já que o veneravam com um tipo de Deus na arte em que dominava.
No entanto esse aparente cenário de profissional perfeitinho, camuflava com maestria um lado obscuro de nossa personagem: a centralização do conhecimento! 


"O conhecimento chega, mas a sabedoria demora."
( Alfred Tennyson)

Moura iria ser promovido e transferido para outra unidade. 

Finalmente tinha alcançado seu maior objetivo. Deixaria aquele mundinho de operadores que ele de uns tempos pra cá já tratava com certo desprezo e ganharia uma sala diferenciada na hierarquia dos gerentes gerais que gozavam de inúmeros benefícios que ele valorizava mais do que os próprios admiradores que ele havia conquistado.
No entanto uma ordem de cima foi dada: teria que durante 3 meses treinar uma equipe de encarregados para assumir o controle do setor que estava deixando.

A ordem era bem clara: "Ensinar com totalidade!".

Moura teria que, na sua forma de ver, despejar duas décadas de seu diamante mais precioso - seu raro conhecimento - de graça!

O futuro Gerente Geral, tinha algumas perigosas teorias do mundo corporativo, como:
1- Devemos trabalhar em equipe, mas para você subir um degrau a cima é cada um por si.
2 - Há alguns conhecimentos que são o "santo graal" de um homem, jamais deve ser revelado, se você quiser manter o poder.
3 - No mundo corporativo não existe favor, existe interesse! Tudo que fiz foi para exclusivamente chegar no topo.

Os três meses foram de intensa semeadura dos conhecimentos mais profundos de seu precioso baú de mente de mestre.
No entanto, Moura, ocultou o que ele chamava de alquimia do mago. Jamais! Em nenhuma hipótese ele ensinaria alguns macetes que o tornavam o tal mestre poderoso como era venerado. Iria manter essa imagem e assim seria!

Alguns meses se passaram depois desse episódio e era perceptível a mudança no estilo de vida de Moura. Passou a limitar seus relacionamentos somente com pessoas economicamente viáveis no seu ponto de vista. Carro de luxo. Casa em bairro nobre e assim Moura passou a escrever o novo capítulo em sua história, dizendo a todo momento que havia finalmente conquistado a felicidade.

Contudo, a vida no seu caminhar dinâmico, responde ações e também omissões. As leis que regem esse universo retornar o grito e o silêncio. Há movimento em tudo e a vida não pede licença quando segue seu curso. Não há como pular fora do mecanismo constante e absoluto de causas e efeitos.

Não passou muito tempo e aquele telefonema naquela tarde histórica daria início ao caos que em breve se instalaria em sua profunda consciência.

A ligação vinha da unidade que tinha deixado. Motivo: um grave acidente. Ficou pálido. Um filme passou em sua mente. Grande parte da diretoria e gerência se deslocaram até lá. Moura também.

Encontraram um cenário desolador. Uma vida tinha se perdido de forma trágica, dolorida.
Não conseguia respirar direito. Moura olhava para o nada. Uma das pessoas que ele mais admirava despediu-se ali sem que ele pudesse fazer nada. Ou poderia?
Concentrou-se. Procurou achar um sentido para tudo. O ar estava pesado. Era um peso diferente. Sentiu frio e o silêncio imperou. Olhou para os destroços da máquina que conhecia perfeitamente. Teve medo, mas um súbito momento de verdade comandou sua perspicaz observação. Sabia da grande possibilidade de encontrar a foice que ceifaria seu coração, sua dignidade. Não demorou muito tempo e o que seus olhos viram fez ele cambalear. Voltou no tempo. Se viu na sala de treinamento, no dia em que resolveu não compartilhar sua 
maestria na identificação de problemas técnicos somente através do som de engrenagens e peças. Perdeu a voz, sua visão turvou-se e suas lágrimas pareciam dilacerar seu peito. 
Identificou uma peça com um desgaste considerável e, o tempo naquele momento parou. Os segundos congelaram. Tudo tinha se tornado sombrio, escuro e a única palavra que já tinha iniciado um cruel processo de tortura era: Assassino! Até uma hora atrás, o conhecimento para ele era sinônimo de Poder! Mas agora, era sinônimo de podridão, de inferioridade, de repugnância. Levantou, continuou em silêncio e foi embora.

Moura, dias depois, se desligou da empresa. Passou um bom tempo sem conseguir olhar para si mesmo. Foram meses tentando encontrar a bússola para seus passos. Se conduziu nos recônditos poucos trilhados de seu coração. Se aperfeiçoou mais nos estudos e certo dia se candidatou a uma vaga de professor em uma escola profissionalizante. E o tempo passou...

Hoje, vemos Moura, em uma sala de aula, rodeado de aprendizes sedentos de conhecimento, e nosso personagem, um incansável professor, que vive repetindo todos os dias, que fará de tudo para que seus alunos se tornem melhores do que ele. 

Se via um homem vestido da melhor grife que nunca cairá da moda: a simplicidade. Novos tempos!

Moura finalmente tinha encontrado a alquimia da felicidade dentro dele. A tarefa de servir!

Palestrante Thiago Muniz

Sobre o autor:

[Thiago Muniz], palestrante, professor, consultor, ator, tendo já falado para mais de 350 mil pessoas, iniciando cedo sua carreira. Aos 22 anos de idade já viajava por todo o Brasil, sendo um dos primeiros a lançar no mercado, palestras teatrais. Um dos palestrantes mais contratados para falar de Comportamento Seguro e Saúde Emocional.
Com 20 anos de experiência como Professor, já falou para empresas como: Vale, Unilever, Petrobrás, Telefônica, Votorantim, USP, UFRJ, Gerdau, Sebrae e outros.
Por sua facilidade em criar ferramentas para prender a atenção do público em palestras, já contracenou com sua própria imagem projetada, criou esquetes teatrais sendo contratado para atuar no palco juntamente com outros palestrantes como Tom Coelho, Rodrigo Cardoso, Christian Barbosa e outros.

Sua expertise em temas comportamentais (relacionamentos, motivação, liderança, inteligência emocional, atendimento, senso de equipe e outros) e mais suas habilidades cênicas e interatividade, têm o posicionado sempre a abrir ou encerrar eventos com seu toque de humor inteligente.
Atualmente uma das palestras mais contratadas é “Apaixone-se por você” , “Toque de Líder” , "As emoções não usam EPIs" e o "Pensamento C.U.I.DA.R.". Para conhecer mais sobre o palestrante acesse: www.thiagomuniz.com.br

terça-feira, 18 de março de 2014

Se acidentou por estar "protegido" demais.

Palestra Motivacional

Se acidentou por estar "protegido" demais.

por Thiago Muniz (www.thiagomuniz.com.br)


Que absurdo!!!!!

O título desse artigo quase que estrangula o preceito de segurança que reza a campanha "de que quanto mais seguro melhor!".

No entanto "estar protegido" pode ser uma filosofia que se permite sofrer mutações quando a bandeira da lealdade a certos princípios e valores se curva antes as modificações dos cenários da vida, principalmente quando é de ordem comportamental.

Euzébio Mendes, operário de longa data de um conceituada refinaria, demorou para cravar o brilho de sua autoridade no campo áspero e sinuoso das opiniões alheias. Quando a competitividade converge em um rio ácido de inveja, os que se destacam nessa corrida são alvos dos "corvos agorentos" que torcem pela queda daqueles que são o orgulho da empresa.

Mendes era o modelo de obediência na empresa. É nítido que tinha conquistado a admiração dos que sabem apreciar um profissional dedicado, um sujeito que se podia afirmar que era o comprometimento em pessoa.

No entanto, Mendes com o passar dos anos, não percebeu que estava perdendo a destreza em administrar o alto nível de conhecimento que tinha. Aos poucos foi nascendo uma outra pessoa dentro dele que mal sabia o futuro que aguardava tal mudança.

O veneno do mal quando atirado do mundo para nós, causa geralmente impactos que são percebidos no mesmo instante. No entanto a humanidade é arrastada para um mal muito mais desastroso, cuja mutação é feita de modo disfarçado e lentamente no campo da nossa mente. Fica fácil de entender essa teoria quando por exemplo, se estuda e analisa o caleidoscópio sutil e ardiloso da depressão. Mas esse não foi o mal de Mendes.

O experiente operário, se sentia sempre desafiado a mostrar o que era capaz, resultado de longa data de erros e acertos, o que lhe transformou em uma biblioteca de técnicas, macetes, estratégias, percepções fantásticas e soluções criativas.

Nessa mistura poderosa que inflama qualquer ego, Mendes mudou!

Não, não era tão perceptível assim! Tanto que o próprio dito cujo não percebeu, pois acreditou que todo esse pensamento sobre si mesmo - de ser muito bom no que faz - era tido como uma injeção constante em sua auto-estima. Isso lhe fazia muito bem.
Porém quando começou a a ignorar as ideias dos companheiros de trabalho, pois ele encontrava o problema em poucos segundos, despontou um estranho Mendes, que mesmo assim era recebido com aplausos.

Monstros não são tão fictícios assim. Monstro é a degeneração da essência! Uma palavra forte que serve para simbolizar um fato letal, que pode ser causado por algo microscópico, como um vírus.

Tornou-se impaciente.
Postura de pouca tolerância a erros.
Olhar de descrédito para os colegas.
Sorriso sarcástico quando alguém queria se destacar.

Criou um séquito de bajuladores, que ele desprezava. Fez nascer no coração de muitos um sentimento de inconformidade, mas que era abafado pelo medo de perder humilhantemente a briga.
E assim os anos se passaram e o grande Mendes solidificou o seu reinado.

No entanto, há uma lei soberana, que rege todas as ações humanas e um sistema quando não expurga seu veneno, passa a se alimentar dele. Se corrompe e se autodestrói.

Mendes conhecia todos os processos, normas, regras que se pode imaginar, muitas delas era capaz de ditar com todas as palavras e vírgulas.
Havia uma máquina que de tempos em tempos entrava num tipo de colapso e se autodesregulava. Ninguém mexia. O mestre sabia dizer quantos parafusos aquele maquinário tinha. Com uma sequência um pouco complexa de ajustes e tudo se normalizava.

A história se repetia assim: Mendes fazia seu toque de curandeiro poderoso, aguardava normalizar e conferia com um teste.
Em 25 anos de experiência, todos os testes após os ajustes foram positivos!

O operário mestre naquele dia tinha muitas tarefas para serem concretizadas e já tinha desenhado na mente um cronograma perfeito, para quando terminar, ter o tempo suficiente para chegar em seu compromisso inadiável fora do expediente.
Aquele "Teste" alteraria muito o seu planejamento, pois iria consumir 40 minutos do seu precioso tempo. Tempo para seu compromisso! Tempo para seu momento especial! Tempo sem possibilidades de negociação. O tempo seu e de mais ninguém!

Pulou a etapa do teste. Começou a refletir a quantidade de tempo desperdiçada em 25 anos de teste inútil! Se era o melhor no que fazia, o que temer?

Colocou a máquina para funcionar (sem o danado do teste). Deu 4 passos se distanciando e o que se ouviu seria comentado por anos como o som mais horrível e triste que alguém já tinha ouvido por toda a vida. Há músicas inesquecíveis, mas a vida também reserva sons que dilaceram os corações mais duros.
Há sons que celebram o nascer de uma vida, e o que se lastimava era saber que independente de que ser humano era, aquele som anunciava a despedida de uma alma.

Pior que os destroços que se misturava aos lamentos, era montar as peças para entender o porquê de tudo aquilo.

Eusébio Mendes, se sentia protegido, mas morreu por estar "protegido" demais. Uma proteção que ele criou em sua mente, que na verdade era o que tinha deixado-o vulnerável.

Ficou uma eterna lição para todos daquela redondeza:

"Que para o aprendiz se tornar mestre, 
é preciso que o mestre dentro dele se torne aprendiz, 
na lição diária da humildade".

Thiago Muniz

Sobre o autor:

[Thiago Muniz], palestrante, professor, consultor, ator, tendo já falado para mais de 350 mil pessoas, iniciando cedo sua carreira. Aos 22 anos de idade já viajava por todo o Brasil, sendo um dos primeiros a lançar no mercado, palestras teatrais. Um dos palestrantes mais contratados para falar de Comportamento Seguro.
Com 20 anos de experiência como Professor, já falou para empresas como: Vale, Unilever, Petrobrás, Telefônica, Votorantim, USP, UFRJ, Gerdau, Sebrae e outros.
Por sua facilidade em criar ferramentas para prender a atenção do público em palestras, já contracenou com sua própria imagem projetada, criou esquetes teatrais sendo contratado para atuar no palco juntamente com outros palestrantes como Tom Coelho, Rodrigo Cardoso, Christian Barbosa e outros.

Sua expertise em temas comportamentais (relacionamentos, motivação, liderança, inteligência emocional, atendimento, senso de equipe e outros) e mais suas habilidades cênicas e interatividade, têm o posicionado sempre a abrir ou encerrar eventos com seu toque de humor inteligente.
Atualmente uma das palestras mais contratadas é “Apaixone-se por você” , “Toque de Líder” , "As emoções não usam EPIs" e o "Pensamento C.U.I.DA.R.". Para conhecer mais sobre o palestrante acesse: www.thiagomuniz.com.br


terça-feira, 10 de dezembro de 2013

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Palestra Motivacional na CSN Namisa / MG

Palestrante Motivacional

"A palestra foi excelente, todo o conteúdo foi condizente com a realidade cultural da 
empresa em relação a segurança do trabalho.
Toda a nossa equipe trabalha para sensibilizar os empregados em relação ao cuidado ativo, 
“Cuido de mim, cuido do outro e deixo ser cuidado.”, e a palestra teve esta essência.
Todos os empregados que assistiram a palestra saíram muito satisfeitos e com um conceito renovado em relação a Segurança no Trabalho. Todos elogiaram muito a interação do Thiago Muniz com os participantes.

Agradeço por abrilhantar nosso evento e espero poder trazê-lo tão breve."


Renata Miranda de Assis
(GSS - Gerência de Saúde e Segurança - CSN Namisa / MG)

Palestra Comportamental na Vale - Ferrovia Centro Atlântica - Divinópolis/MG

Comportamento Seguro

''Tivemos a oportunidade de ouvir e aprender valores importantíssimos e fundamentais para as nossas vidas, que ao longo do tempo parece que estamos perdendo. Acredito que realmente, uma semente foi plantada em nossa empresa pelo Thiago Muniz, pois precisamos resgatar a cada dia um grande valor que é fazer o correto, da maneira correta e na hora correta''.

(César Godinho de Souza - Vale / Ferrovia Centro Atlântica - Belo Horizonte/MG)

terça-feira, 2 de julho de 2013

Depoimento da Toshiba América do Sul

SIPAT

"Uma palestra cativante e que traz todos os requisitos para que as pessoas parem e pensem que o principal combustível da liderança vem de dentro de cada um. Se aplica a qualquer tema, qualquer aréa da empresa, para quebrar as barreiras que muitas vezes nem estão lá, nós é que criamos e mantemos. Recomendo fortemente desde a liderança até o operacional." 

(Tiago Luiz Riccio - Gerente de SMS - Toshiba Infraestrutura America do Sul)

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Cartada de Mestre de um Técnico de Segurança do Trabalho

sipat

Cartada de Mestre de um Técnico de Segurança do Trabalho 

por Thiago Muniz (www.thiagomuniz.com.br)

                Tom Benett era um homem de uma mente incansável. Nos últimos 40 anos tinha construído uma imagem de um gigante quando a questão era tornar a vida das pessoas melhores. Tom era considerado um dos melhores Técnicos de Segurança do Trabalho que eu já havia conhecido. Dizíamos que ele dava o tom certo para os “desafinados” no trabalho.
                Ele dizia: “Sua pequena parte nesse trabalho é tão grande como o Todo, por isso seja sempre o maestro não importa que instrumento toque!”. Ele era demais. Sim. Sem dúvida não se achava em qualquer canto do mundo homens como Tom.
                Certa vez o vi nessas minhas andanças pela selva industrial do mundo corporativo, andando pelos corredores de uma grande siderúrgica. Um olhar de águia, profundo e um sorriso largo. Ouvi quando se aproximou de um de seus parceiros de trabalho, com sua voz carismática e firme: “Ah, Robert, vou puxar sua bela orelha, pois você está fora do Tom”. Ele sabia dosar firmeza, carisma, disciplina e respeito em poucas palavras. Aliás, a expressão “estar fora do Tom” já tinha se tornado um jargão seu famoso pelas redondezas e quando alguém ouvia esse chamamento disciplinar já podia saber que tinha deixado de colocar algum ingrediente importante no “bolo do sucesso” como ele dizia.

                No entanto, o nosso amigo Benett, tinha acabado de entrar em uma metalúrgica líder no seu segmento e mesmo com toda aquela imensa bagagem de sabedoria, mal sabia ele que iria esbarrar-se em um tsunami de resistência.
Algumas vezes na vida você já deve ter dialogado consigo mesmo, pensamentos como: “puxa vida, parece que toda a minha experiência de vida, não está servindo de nada agora...” ou “será que achei o meu limite?”. Pois bem, esse pensamento vilão estava ousando assombrar o cenário mental de Tom em sua nova empreitada profissional. A questão era: Um determinado setor era comandado por uma mente perversa, porém, como “profissional técnico” era um dos melhores que já havia passado por ali. A “Perversidade” que me refiro está relacionada com o fato de um indivíduo levar sua equipe a estagnação e resistência ao progresso. Ser perverso, para muitos é cometer um ato de maldade bruto que é facilmente percebido. No entanto, uma perversidade ainda mais perigosa, escolhe o método do boicote camuflado e meticuloso, sem pressa, retardando a evolução de uma sociedade, organização e da humanidade em geral. O referido personagem sombrio em questão fazia as coisas sempre do seu modo e levava a sua equipe a seguir seus passos. Burlava regras, executava ações no tempo que acha conveniente, usava os EPIs somente na presença de quem queria impressionar, ignorava sugestões de outros companheiros de trabalho e assim vai uma lista imensa de perversidades.

A empresa não abria mão desse profissional, pois seu domínio em determinados processos industriais era difícil de se achar por aí e é claro que ele nunca ensinava o “pulo do gato”.
Tom tinha encontrado um paredão ameaçador que fazia com que a Muralha da China parecesse uma lombadinha insignificante. Não podia desistir. Tinha que ser determinado.

Já havia passado um ano desde que tinha colocado pela primeira vez os olhos em seu companheiro que arrancava suor de seus pensamentos. Durante esse período Tom mostrou-se um guerreiro em sua aplicada gestão de mudanças. Passou várias noites desenhando e aplicando seu planejamento estratégico. Foi desde a cartazes bem elaborados e treinamentos técnicos até programas avançados de liderança e alinhamento de normas e cultura empresarial. Atuou como coach orientando sua equipe a busca da excelência, realizava palestras contagiantes e de alto nível de conscientização recebendo várias vezes elogios do diretor geral, reconhecimento esse que não era fácil de conquistar.
Tom já tinha arrebanhado centenas de seguidores e vários setores já apresentavam resultados significativos, mas apenas um setor se mostrava insensível ao seu trabalho. Não era segredo para ninguém que algumas pessoas daquele referido departamento começavam a demonstrar certa simpatia pelo técnico de segurança, mas seu “líder” se assim podemos chamar já que o verdadeiro sentido de liderança é bem diferente, conseguia sufocar os ideais de Tom na mente dos seus subordinados, com um poder de persuasão impressionante ao distorcer a mensagem renovadora que como um hino de progresso já tomava conta de quase toda a organização.
Certo dia Tom, sentado na varanda de sua casa, mergulhado no furacão dos seus conflitos internos, pensou em jogar a toalha, partir para uma empreitada mais tranquila já que restava pouco tempo para se aposentar. Não! Ele não era um fraco e longe de dizer que ele era um perdedor! Lembrou-se de sua mãe quando dizia: “Meu filho, uma batalha em certos momentos é vencida quando recuamos e recuar é preparar-se para o momento certo de vencer!”. Tom chorou. Estava cobrando demais de si mesmo. As lágrimas que rolavam pelo seu rosto carregavam o peso que precisava se libertar. Foi quando olhou para a árvore do seu quintal e viu uma cena que lhe chamou a atenção. Um passarinho, ainda muito filhote, permanecia no ninho enquanto seus irmãos já tinham seguido sua mãe nas aulas de voo. A mãe retornava e mostrava repetidas vezes o que sua cria deveria fazer, mas nada do pequenino sair do conforto do seu lar doce lar, seguro e sem perigos. “Como parece com o ser humano, o medo do novo” – meditou Tom que filmava cada segundo com seus olhos ainda marejados de lágrimas. Em um determinado momento a mãe parecendo não ter mais escolhas, empurrou o filhote para a beirada do ninho. Segundos depois não conseguiu perceber se este foi empurrado até cair ou se resolveu por si mesmo arriscar a decolagem. A cena poderia ter terminado com um fim trágico, mas o jovem aprendiz resolveu mostrar suas asas indomáveis e seguiu sua mãe como quem segue a voz da liberdade.
Tom parou de respirar por alguns segundos, ele estava chocado com a resposta para suas cruciais indagações. Tom acreditou na mensagem e se iluminou por dentro. Correu desesperado a procura de um papel e caneta, seus pensamentos pareciam uma cachoeira de palavras que não conseguiria segurar por muito tempo. Já tinha passado mais de duas horas do seu almoço e ele não estava com fome. Se alimentava a cada segundo dos seus pensamentos profundos. Quando encontrou o que procurava, começou a escrever em uma velocidade impressionante, como se as letras já estivessem esperando a ordem magnânima do seu criador. Ao terminar, se jogou em seu leito sentindo-se parte de algo maior e adormeceu.
Na segunda-feira, um dia após o episódio que acabou de ser relatado, chegou mais cedo na empresa, organizou um palco, providenciou cadeiras, instalou microfone e caixas de som e aguardou o pessoal daquele determinado setor chegar, e não demorou para que isso acontecesse.
Um a um foi chegando e sendo convidado pelo técnico inspirado a seguir para o auditório improvisado. Passado 30 minutos todos já estavam sentados, apreensivos pelo o que viria pela frente, inclusive o seu companheiro mais desafiador de todos os tempos.
Tom tinha quebrado um protocolo. Sem avisar organizou uma parada naquele setor e isso sem dúvida iria lhe acarretar sérias consequências. No entanto, estava muito focado em seu propósito para levar isso em conta.
Não fez saudações. Não se preocupou com introduções explicando o motivo para tal ação. Abriu um caderno de anotações amarelado pelo tempo, dirigiu-se ao microfone e começou a ler aquilo que ficaria marcado para sempre em sua vida e na vida de todos ali presente.
- Sou Tom Benett, um vencedor! Porém, algumas vitórias na vida são conquistadas mesmo quando elas parecem derrotas. Vocês são vencedores e devo admitir que vocês venceram naquilo em que acreditam. Estão certos. Eu como técnico de segurança dessa organização irei proclamar o que vai ser daqui pra frente.

O público tinha entrado numa espécie de transe. Envolvidos pelas palavras tomadas de profunda energia do orador, não conseguiam mexer um músculo.

- De hoje em diante não será mais obrigatório o uso de EPIs. Estou libertando vocês desse fardo. É incomodo e muitas vezes impedem que vocês tenham uma desenvoltura melhor no trabalho.
Esqueçam o 5s, é muito bonito na teoria, mas exige de vocês uma dedicação e responsabilidade que infelizmente o salário que recebem não é compatível com toda essa exigência.
É muito cansativo esse excesso pela busca da qualidade. Tudo isso emperra a produção. Conferir, conferir e conferir de novo! Se enquadrar nos padrões e normas que exigem comprometimento e disciplina! Concordo com vocês, é um atraso e vocês nunca conseguem bater a meta de produção.
Querem que tirem o peso da cabeça de vocês de terem que participar das palestras de conscientização que periodicamente a empresa promove. Geralmente são temas que já estão cansados de ouvirem. Estão dispensados desse compromisso. Vocês já sabem de tudo que é falado e assim podem ocupar o tempo com outras coisas mais agradáveis à vocês.

As palavras de Tom pareciam uma navalha afiada, cortando a respiração de cada um.

- Isso meus amigos! É tempo de alegria agora. Ao retornar para os vossos lares, compartilhem essa mensagem com vossa família, mas não se esqueçam de pedir a todos eles para se manter firmes, pois a qualquer momento você não voltará mais!!!

Se existia algo mais profundo do que o silêncio, esse seria o nome para esse momento. Ninguém da plateia conseguia pronunciar uma sílaba se quer.

- Quero que você pense no sorriso daquela criança, do seu filho ou filha, que você deixou em casa. Pensem fortemente. Pensaram? Pois bem, agora esqueçam ele! Esqueçam, não existe mais, acabou! Vocês deram o grito de liberdade, portanto, não têm mais compromisso com ninguém, pois a partir do momento que cortamos o laço de comprometimento com as regras que sustentam a vida, cortamos também o laço de comprometimento com as pessoas que amamos.
Seus filhos não terão mais o pai ou a mãe para proteger eles, quando a dor do desespero ou das decepções da vida os abaterem. Querem que ouçam o grito deles chamando vocês. “Papai, mamãe, por favor me ajudem!”. Querem que vejam as lágrimas deles caindo esperando o vosso abraço. Acontece que ficarão chamando, mas você não poderá ir, pois não estará mais aqui.
Quero que lembre quando sua filha mostrou o desejo de dançar com você na festa de quinze anos dela. Que grande bobagem, não é mesmo? Não se preocupe, terá uma outra pessoa para te substituir. Vocês ouviram? Outro homem irá dançar com sua amada filha.
Comecem meus amigos a despedir-se de todos, das pessoas que você mais ama, dos seus projetos, dos seus sonhos, de tudo. Pois agora não têm mais freios para assegurar a qualidade de vida de todos vocês, portanto a qualquer momento pode ser a hora do fim.

Tom, de repente ficou mais alterado e sua voz mais enérgica.

- Agora peço a todos que levantem e gritem bem alto: “ESTOU LIVRE!”.

Quando Tom acalmou-se e passou a olhar com mais precisão cada rosto no auditório, grande parte estava em lágrimas. Alguns tentavam conter a emoção, mas era difícil.
De repente uma pessoa levantou e quando todos achavam que o jovem iria pronunciar o grito de liberdade, ele começou a bater palmas lentamente. A cena começou a mudar, quando outra pessoa levantou e seguiu o exemplo do jovem. Tom estava perplexo pelo que seus olhos se esforçavam a acreditar, mas um a um se levantou e em alguns segundos todo aquele recinto estava tomada por centenas de palmas. Outros setores tinham ficado sabendo do grande discurso e a multidão se acumulava nas escadas, em cima de caixas e veículos, pendurados em prateleiras e muito mais.
No meio do cenário turbulento onde as palmas se prolongavam, apenas Tom tinha visto o líder daquela equipe sair calado pelos fundos. Essa seria a última imagem que ele teria daquele personagem que se tornou especial em sua vida.

Tom então acenou para o público indicando que todos sentassem.
Fechou os olhos por alguns segundos e disse a si mesmo: “É agora Tom, o coroamento de sua missão. Está na hora do grand finale. Operação Fora do Ninho”. Tom lembrou-se da cena que viu em sua varanda e sabia o que tinha que fazer para não por tudo a perder.

- Meus amigos, não tenho muito mais a dizer. Sou Tom Benett, aquele que foi o técnico de segurança do trabalho de vocês. Obrigado.

Retirou o seu crachá, desceu do palco, entregou nas mãos de um funcionário que estava bem a sua frente. Olhou pela última vez os presentes e foi embora.
Não cabia ali naquele instante, onde provavelmente até os ponteiros dos relógios haviam parado, uma palavra a ser pronunciada. Não, não tinha espaço. Algo a mais, seria cometer o crime do excesso. Tudo, tudo, estava no tamanho ideal para fotografar para sempre aquele dia na vida de cada um dos presentes.

Tom, nunca mais foi visto por aquelas redondezas.
Vale ressaltar aqui, que aquela equipe que experimentou o grande discurso, tinham se tornado os melhores funcionários daquela empresa. Era comum ficar sabendo dos records de produção que eles alcançavam. A equipe tornou-se referência em excelência durante longo tempo.
Muitos anos depois fiquei sabendo de um antigo funcionário daquela metalúrgica, que Tom minutos antes de seu famoso discurso, tinha deixado uma carta de demissão na mesa do seu gerente, com uma pequena anotação abaixo dizendo: “Hoje o pássaro do medo morre, para que o pássaro da liberdade voe”.

Todos tinham entendido que Tom não tinha desistido! Muitas coisas aconteceram nos bastidores que não foram comentadas nesse artigo. O chefe causador de toda resistência era como se fosse a "laranja podre", que quer continuar sendo assim e para agravar a situação, era protegido por um forte favoritismo vindo dos proprietários da metalúrgica.
A perversidade, o boicote, ia continuar acontecendo com a proteção da alta hierarquia e provavelmente seria demitido por estar cutucando em caixa de marimbondo. Tom já tinha solicitado em reuniões várias vezes uma atitude da diretoria, que sempre lavava as mãos e soltava no ar indiretas para que ele tomasse cuidado.

Caro leitor, você diria que Tom desistiu? Que ele foi um fracassado? Ficaria dentro de uma casa com rachaduras privado de fazer a mudança necessária para morrer quando ela viesse a baixo?

Não! Tom não desistiu! Lutou bravamente, fez grandes mudanças, inspirou muita gente a dar o melhor de si. Deixou um legado de dedicação, e seus exemplos de liderança e coach passaram a ser aplicados principalmente pelos técnicos de segurança que permaneceram naquela organização. No entanto chegou um momento, que Tom precisava dar voos mais altos e ali estava sendo impedido o seu progresso. Já estava prestes a se aposentar e decidiu realizar um antigo sonho abrindo sua própria consultoria. Mas antes de pedir o desligamento da empresa, resolveu deixar uma mensagem de forma impactante, para ser eternizada, e que um dia as pessoas daquele departamento pudessem abraçar a boa causa. 

 Tom Benett tinha passado por ali, partido, mas ficado na mente de todos para sempre.


                                                                                                                                                                       Thiago Muniz

Sobre o autor:

[Thiago Muniz], palestrante, professor, consultor, ator, tendo já falado para mais de 350 mil pessoas, iniciando cedo sua carreira. Aos 22 anos de idade já viajava por todo o Brasil, sendo um dos primeiros a lançar no mercado, palestras teatrais. Um dos palestrantes mais contratados para falar de Comportamento Seguro.
Com 20 anos de experiência como Professor, já falou para empresas como: Vale, Unilever, Petrobrás, Telefônica, Votorantim, USP, UFRJ, Gerdau, Sebrae e outros.
Por sua facilidade em criar ferramentas para prender a atenção do público em palestras, já contracenou com sua própria imagem projetada, criou esquetes teatrais sendo contratado para atuar no palco juntamente com outros palestrantes como Tom Coelho, Rodrigo Cardo, Christian Barbosa e outros.

Sua expertise em temas comportamentais (relacionamentos, motivação, liderança, inteligência emocional, atendimento, senso de equipe e outros) e mais suas habilidades cênicas e interatividade, têm o posicionado sempre a abrir ou encerrar eventos com seu toque de humor inteligente.
Atualmente uma das palestras mais contratadas é “Apaixone-se por você” , “Toque de Líder” , "As emoções não usam EPIs" e o "Pensamento C.U.I.DA.R.". Para conhecer mais sobre o palestrante acesse: www.thiagomuniz.com.br